Mas existe café para os visitantes. É um tal de Café Cafuso, brasileiro. Faz-se o café em uma máquina esquisita.
No exterior há, forçosamente, um monte de coisas esquisitas: custei a descobrir como se abre a bica/torneira da cozinha, pois Douglas estava assistindo ao segundo tempo de um jogo da Copa e fiquei em casa, me preparando para ir dormir (no primeiro dia em que cheguei).
Outra coisa esquisita (mas o ¨defeito¨, dessa vez, para variar, é meu), tive alguma dificuldade momentânea em encontrar o banheiro, quando cheguei da rua, doido para ir ao banheiro. Felizmente, nenhum desastre maior, ou menor, resultou daí. Mas poderia até ter resultado, tamanha a urgência de encontrar meu pouso seguro.
Outra coisa um pouquinho complicada, para alguns: o apartamento fica a lances e lances e lances de escada acima. Sem elevador. Em um prédio, para Bilbao, meio ¨moderno¨ (de pouco mais de 100 anos, com estrutura toda de madeira). As escadas rangem. E haja rangir, com tantos lances. Talvez consiga uma foto da ¨escada horrorrosa¨, como diria uma amiga minha, francesa de Paris, que nao fala português direito...
O apartamento aqui está recém-reformadíssimo. Tudo novíssimo. E bagunçadíssimo, ainda. Disse Douglas, meu filho, que está muito arrumado, em comparaçao com a situaçao há alguns meses (parece que a bagunça, em Bilbao, é medida em meses, ao invés de dias, ou semanas).
E viva El Rei! (será que os bascos aprovariam minha súbita aliança?!! Melhor nao perguntar...)
E logo você, que adora chá!
ReplyDeleteAs escadas matariam meus joelhos! Eles teriam que ter um enterro digno aí mesmo em Bilbao ...
Torneira da pia... como assim, como é que isso pode ser diferente? Fotos, please... (e manual de instruções, se possível.)
ReplyDelete