O tempo está meio curto para escrever.
Às vezes fico sem acesso bom à internet.
Tenho dependido de redes sem fio, nas casas onde fico.
Voltei a Barcelona hoje, vindo de Sant Mori, cidade da Catalunha onde minha avó passou a infância.
Chamo-me Mauricio por causa da cidade (de São Mauricio, em catalão), que tem,nada mais nada
menos do que cerca de 150 habitantes. -- eu disse cento e cinquenta, não 150.000).
Pois bem, a igrejinha deste vilarejozinhoinhozinho só abre no domingo para a missa. A igreja não tem pároco.
A escola está momentaneamente fechada, por falta de alunos.
Mas esse pessoal (todos os cento e cinquenta!) querem independência da Espanha --
POR UMA CATALUNHA LIVRE!
Mas, apresso-me em esclarecer, eles querem ser parte da Catalunha, cuja capital será,
sem dúvida, a vibrante Barcelona.
Sabem da maior? Os catalães se sentem, justamente, quer-me parecer, os verdadeiros campeões mundiais
de futebol, já que o time do Barça é a base da seleção.
Em verdade, o que a Catalunha mesmo quer, enquanto a independência não vem, é inscreverem seu time,
representantes legítimos que são, da Naçāo Calalã, que há de vir.
Pacificamente.
Mas inexoravelmente.
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