Pode ser problemático ligar para o exterior.
Por "problemático", entenda-se MUITO CARO.
Claro que "pagando os olhos da cara" não haja qualquer dificuldade.
As empresas de telefonia brasileira cobram muito (cobram "an arm and a leg", como se diz em inglês...) pelo serviço de "roaming" no exterior. Por muito, quero dizer 1 ou 2 euros por minuto ( ou até mais), além de termos de pagar o mesmo preço por minuto de chamada recebida.
Um descalabro, como tantos outros da telefonia no PATROPI...
A alternativa melhor vai depender do país onde se está.
No País Basco e na Catalunha há os tais 'locutórios', onde se paga bem pouco (ou seja, centavos de euro, por um telefonema de 10 minutos, por exemplo).
A situação na Espanha me é desconhecida, por ainda não ter estado lá, na presente viagem... Se for lá ainda, o que me parece pouco provável, conto para vocês em primeira mão, prometo.
Em alguns lugares, vale a pena comprar um 'chip' SIM, para se fugir da "roubalheira Patropi" praticada por Claro, Vivo, Tim e demais operadoras e ficamos nos perguntando quem, além desses grandes grupos, "está levando o seu" para que a situação de descalabro permaneça...
Quando se compra o tal chip SIM, é preciso atenção para não se "falar ao telefone", o que seria também caríssimo!
Só é viável que se enviem torpedos.
Comprei meu SIM no País Basco por 15 euros.
Dei dois telefonemazinhos "xinfrim" (isto é, muito curtos) para o Douglas, telefonemais estes locais, isto é, de Bilbao para Bilbao, gastei 9 euros.
Aí, aprendi, comprei mais alguns euros de crédito e passei a enviar torpedos sem me preocupar.
Ontem, aqui em Berlim, falei de um "internet café" e achei caro, muito mais caro do que a situação anterior vivida no País Basco. Paguei 2,10 euros (perto de 5 reais?!) por um telefonema de uns 5 minutos a Paris, a fim de falar com a Angela e saber como ela e as duas cunhadas estão.
Estão bem, obrigado, e mandam beijinhos, para todos, os conhecidos e para os desconhecidos.
No País Basco, então, as alternativas são:
1) usar-se o "roaming" das operadoras brasileiras, que custa uma fortuna;
2) comprar-se um SIM, que só funciona bem para o envio de torpedos;
3) comprar-se um cartão telefônico internacional;
4) falar-se a partir dos locutórios, mais numerosos em cidades com maior número de imigrantes ( o nobre e bem policiado bairro São Fracisco, onde mora o Douglas), como Bilbao e Barcelona.
As melhores altervativas são a 3 e a 4, no País Basco e na Calunha.
Na Alemanha ainda não sei ao certo.
Pelos 2 euros e poucu pagos, em um telefonema de menos de 10 minutos para Paris, os locutórios aqui são caros.
Hoje devo testar um cartão telefônico internacional.
Depois conto para quem quiser saber.
No comments:
Post a Comment