O fogao daqui da casa, onde estou hospedado, é muito moderno.
Ele é todo preto e só se vê um vidro, onde há alguns desenhos, de onde seriam as bocas do fogao, além de algumas instruçoes (que nao instruem tanto assim, como veremos adiante).
Hoje resolvi me aventurar a esquentar leite nessa maravilha da tecnologia moderna: um fogao sem fogo!
Botei a panela no desenho do vido preto de uma pseudo-boca de fogo, apertei o vidro em alguns sinais de mais e menos que estavam desenhados no vidro preto e nada aconteceu. O leite continuou geladinho, geladinho.
Passei a apertar os botoes com mais vigor, quando me lembrei da minha Fuji (a máquina de fotografias digital recém-adquirida); nao adianta se enfurecer com a tecnologia, pois ela tem vontade própria. Reduzi, entao, o ritmo frenético que se apossara do cidadao que nada mais queria do que um leitinho a uma temperatura ligeiramente mais alta do que ¨leite gelado¨.
Como por milagre, provavelmente por algum tipo de comunicaçao virtual entre o fogao e a máquina digital, o fogao começou a esquentar a minha panela, nao tenho a mínima ideia de como fez isso.
Quando o leite estava morno, dei-me por satisfeito, sem querer exagerar em minha amizade com a tecnologia, e tirei a panela do fogao preto de vidro, torcendo para que ele se desligasse sozinho, já que tem inteligência e vontade próprias.
Foi, parece, uma pequena vitória do homem sobre a máquina, já que meu leite ficou morno.
Se ficasse um pouquinho mais quente seria melhor.
Mas nao se pode querer tudo o tempo todo!
Ele é todo preto e só se vê um vidro, onde há alguns desenhos, de onde seriam as bocas do fogao, além de algumas instruçoes (que nao instruem tanto assim, como veremos adiante).
Hoje resolvi me aventurar a esquentar leite nessa maravilha da tecnologia moderna: um fogao sem fogo!
Botei a panela no desenho do vido preto de uma pseudo-boca de fogo, apertei o vidro em alguns sinais de mais e menos que estavam desenhados no vidro preto e nada aconteceu. O leite continuou geladinho, geladinho.
Passei a apertar os botoes com mais vigor, quando me lembrei da minha Fuji (a máquina de fotografias digital recém-adquirida); nao adianta se enfurecer com a tecnologia, pois ela tem vontade própria. Reduzi, entao, o ritmo frenético que se apossara do cidadao que nada mais queria do que um leitinho a uma temperatura ligeiramente mais alta do que ¨leite gelado¨.
Como por milagre, provavelmente por algum tipo de comunicaçao virtual entre o fogao e a máquina digital, o fogao começou a esquentar a minha panela, nao tenho a mínima ideia de como fez isso.
Quando o leite estava morno, dei-me por satisfeito, sem querer exagerar em minha amizade com a tecnologia, e tirei a panela do fogao preto de vidro, torcendo para que ele se desligasse sozinho, já que tem inteligência e vontade próprias.
Foi, parece, uma pequena vitória do homem sobre a máquina, já que meu leite ficou morno.
Se ficasse um pouquinho mais quente seria melhor.
Mas nao se pode querer tudo o tempo todo!
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