Tuesday, 27 July 2010

O café basco

O ¨café basco¨ lá da casa que me hospedou era CAFÉ CAFUSO, grown, manufactured and distributed por alguma empresa brasileira, simpatizante do dinheiro deles.

Café bom, do qual não ouvia falar há bastante tempo.

Vocês notaram que consegui escrever um ¨não¨ com til e tudo?!

Pesquisei a fundo aqui no teclado do iPad e descobri uma combinação meio mirabolante de teclas (tecla ALT da esquerda + tecla ñ, pois só pude comprar o teclado de iPad no País Basco -- a Alemanha, vergonhosamente, não tinha o teclado do iPad, nem mesmo na poderosa KaDeWe, o que prova, definitivamente, que TAMANHO NÃO É DOCUMENTO).

Mas meu assunto original eram cafés, não teclados.

E volto ao café, então, para satisfazer aos atentos e coerentes.

Nas demais ocasiões, achei o café do País Basco e da Catalunha razoáveis, isto é, menos do que HORRORROSOS, como diria minha amiga francesa de Paris, que ainda não aprendeu a falar seus ¨erres¨ ´comme il faut¨...

Em Berlim, o café era bem berlinense, isto é, horrível também.

Em Bérgamo, não me arrisquei e não provei o café de lá, tendo me atido ao vinho local, para poder contar vantagem na volta ao Patropi...

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