De ontem para hoje, por um desses insolúveis mistérios do País Basco, nao consegui dormir nada.
Entao, por volta de quatro e trinta da manha, resolvi me levantar e reduzir o tamanho das fotos, para poder facilmente enviá-las aos amigos, ou para publicar aqui no blog.
Só que estávamos sem internet.
Passamos a manha toda sem internet.
Fui para o Guggenheim e recebi torpedo de meu filho, explicando a razao do nosso desastre virtual: a fiaçao da casa das vizinhas, onde fica o roteador wireless que usamos para nos conectar(mos) na Grande Rede, está em péssimo estado e elas, as vizinhas, estavam às escuras.
Elas chamaram um eletricista, que consertou provisoriamente a rede elétrica da casa.
As vizinhas de meu filho (de onde conseguimos o sinal wireless, para acessar a internet) sao duas senhoras de idade: uma de uns 70 anos e a mae dela, de muitas vezes 70 anos! As duas senhoras nao sao grandes especialistas em internet, nem em eletricidade. Os apartamentos daqui sao novos (para Bilbao) mas nao sao tao novos assim (os prédios devem ter pouco mais de 120 anos). Já é tempo suficiente para a rede elétrica dos apartamentos começar a dar alguns sinais de ¨stress¨.
O apartamento onde Douglas mora foi recém reformado, com obra enorme, que durou mais de ano, estando equipado com o que há de mais moderno (o fogao daqui parece fogao de espaçonave da Guerra das Estrelas -- só falta falar, feito a minha maquininha Fuji!).
Entao, quando o sinal da internet desaparece no meio da noite, ou do dia, podemos apostar que o problema nao está bem aqui entre essas 4 paredes, o que já é um meio caminho andado.
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