Berlim é uma cidade mágica.
Pensar em Berlim é recordar a afirmação vibrante de John Fitzgerald Kennedy, "Ich bin ein Berliner", isto é, "eu sou um berlinense".
Em verdade, o signicado exato de ICH BIN EIN BERLINER ė muito maior e mais emocionante do que um mero "Eu sou um berlinense".
Corresponde também, simultaneamente a uma gama outra de possíveis afirmativas, tipo EU SOU UM DE VOCÊS ou EU COMPARTILHO DE VOSSAS LUTAS E ASPIRAÇÕES!
Douglas e eu estamos hospedados em hotel centralíssimo, ao lado do apartamento de nossas anfitriãs na cidade, Ulrike e Nádia, duas
amigas "de infância" minhas. Fui correspondente da Ulrike, quando comecei a aprender alemão,ainda adolescente. Visitei-a em 1968, depois outra vez em 1991, en 1998 (com Angela) e agora 2010.
Nosso quarto de hotel tem uma janela ampla, donde se avista, a cerca de 150 metros, "na rua de trás"' a KaDeWe, a maior loja de departamentos da Europa. Se lhes dissesse que não estou pensando na possilidade de vir a achar um iPod lá na KaDeWe, estaria mentindo.
Ontem, após nossa chegada e um merecido banho, jantamos, quase meia-noite, em um restaurante em frente a uma igreja famosíssima
de Berlim, igreja essa construída por um famosíssimo Kaiser Não Sei Das Quantas (qualquer hora peço à gentil Ulrike que me diga mais uma vez o nome do tal Kaiser, acho que é Wilhelm mas isso não é suficiente para identificá-lo).
Após o café da manhã faremos, em estilo bem alemão, uma "reunião de negócios" para, juntos, planejarmos que lugares, além da mundana KaDeWe, visitaremos. Douglas pedirá uma tarde ou noite de "folga" para conversar com um amigo inglês, com quem esteve em um país da África, recentemente, e que rendeu ao Douglas um agradecimento no livro de viagens Lonely Planet.
Depois eu conto pouco sobre a mágica Berlim...
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