Tuesday, 20 July 2010

A Alte Nationalgalerie

Fomos ontem à principal galeria de arte de Berlim, a Alte Nationalgalerie.

O lugar (tanto prédio quanto coleção) são magníficos.

São 4 imensos andares de obras impressionistas, realistas, românticas.

Ulrike resolveu se concentrar no romantismo alemão e vimos um pintor alemão representativo, cujo nome me foge agora. Ficamos umas 2 horas na galeria.

Dali, caminhamos até uma igreja estapafurdiamente imensa, chamada Dom. Tiramos muitas fotos por fora da igreja e nos disseram, ao tentarmos entrar, que nosso "passe de 3 dias" não dava direito àquela igreja. Resolvemos, então, ficar sem conhecer a Dom por dentro.

Caminhamos, então, até o Museum der DDR (Museu da Alemanha Oriental), onde, mais uma vez nos disseram que nosso passe não valia. Aí, Douglas e eu achamos desaforo. Pagamos um passe meio caro e os caras começam a dizer, aqui não vale, ali também não. Essa não! O tal museu, além do mais era pequeníssimo, uma única sala, apertada, coalhada da gente.

Ulrike e Nadya resolveram ir, já que Ulrike tinha de preparar um trabalho para seus alunos do ginásio -- Ulrike é professora de História e de Alemão. Ou seja, professor vive trabalhando, mesmo nas férias...

Só de curiosidade, o tal passe de acesso a museus nos dá acesso livre a 61 museus em Berlim, durante três dias (há vários planos de acesso, o que fizemos foi de 3 dias, com acesso a esses 63 museus e direito a áudioguide, quando houver. Somente no Altes Museum, que visitamos terça-feira, foi preciso marcar hora de visitação.
Enquanto Ulrike e Nadya se informavam sobre a Alemanha Oriental, Douglas e eu tomamos uma cerveja e um café, respectivamente. Ao irmos ao banheiro, neste barzinho ao ar livre, deparamo-nos com um aquário bem grande, por dentro do qual passa um elevador panorâmico. Eu já tinha visto este "aquarião" na televisão.

Dali, fomos jantar e do jantar, voltamos para o Hotel Ambassador, onde estamos hospedados.

Fui dormir à uma da manhã, acordei às 03:30 para blogar. Turista "blogador" tem menos tempo para dormir.

Esclareço, de passagem que tenho de dormir, no Rio, umas 8 horas por noite, caso contrário entro em colapso...

A excitação de estar vivendo essas experiências diferentes me faz sentir MUITO MENOS sono.

O dia hoje, ficou combinado, começará às 08:00 horas, comigo batendo à porta das 'meninas', já que estamos em quartos contíguos, separados por intransponível porta, a qual, brasileiramente, recebe ocasionais 'encontrões', para sinalizarmos que está na hora de descermos para a portaria.

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